VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DA RITALINA?

Trata-se de um medicamento comumente prescrito para pessoas que possuem Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), um distúrbio caracterizado por provocar sintomas como inquietação, impulsividade e diminuição da capacidade de foco.

Apesar de ser uma importante aliada no tratamento desse transtorno, o metilfenidato pode causar dependência, sendo classificado pela Drug Enforcement Administration (Administração de Repressão às Drogas) como um narcótico, com ação algo semelhante à da cocaína.

Existem dois tipos de formulação desse fármaco: um que causa um efeito imediato no organismo, sendo incorretamente mais utilizado como droga recreativa, e outro (mais comumente prescrito pelos médicos) com ação mais prolongada e constante.

A dependência de Ritalina pode ser causada quando há falta de acompanhamento por um médico psiquiatra.

Dentre as consequências da dependência estão insônia, irritabilidade, mau humor, aumento da ansiedade, perda de apetite e dificuldade no ganho de peso e no crescimento de crianças e adolescentes.

Portanto, seja em casos de pais que dão o remédio aos filhos como tentativa de melhorar o seu comportamento, ou jovens que buscam um melhor desempenho nos estudos ou no trabalho, nunca é recomendado incentivar ou fazer o uso desse medicamento sem prescrição médica.

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