MASTURBAÇÃO E PORNOGRAFIA: PARA ALEM DO BEM E DO MAL

Nos últimos anos, a compulsão por pornografia vem ganhando maior dimensão devido à facilidade de acesso que as novas tecnologias proporcionam, seja por meio de computadores ou smartphones.

Em 2017, uma estatística divulgada pelo site de conteúdo explícito Pornhub apontou o Brasil como o 10º país no ranking dos que mais acessavam o portal, o que demonstra o quanto nossa população consome esse tipo de material.

Para muitos pesquisadores, o abuso de pornografia é capaz de causar dependência semelhante ao vício em drogas. E além disso, pode acarretar consequências para a saúde mental, como um fator de risco para depressão, por exemplo.

Mas afinal, em que ponto essa prática deixa de ser inofensiva e prazerosa? Quando passa a prejudicar os estudos, trabalho e principalmente os relacionamentos interpessoais e/ou amorosos.

Nesse último aspecto, ao não realizar com o parceiro as mesmas práticas encontradas nos vídeos, a pessoa se sente frustrada e, como consequência, aumenta a procura por tal conteúdo na internet.

A situação acaba saindo do controle e causando atrito na relação, uma vez que o outro entende não ser suficiente ao cônjuge.

Devido às proporções que pode alcançar, a maneira mais adequada de lidar com esse vício é procurar ajuda profissional e, simultaneamente, realizar acompanhamento com grupos de apoio, onde a pessoa vê que não está sozinho e consegue um desempenho melhor durante o tratamen

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *