Amar e mudar as coisas…

Existem três níveis de resposta ao surto de COVID-19 : ele nos afeta física, mental e espiritualmente.

A resposta física veio primeiro e já está bastante compartilhada: lavar as mãos, uso de álcool gel, distanciamento social e testes. O segundo efeito, em nossa mente, está sendo experimentado de forma pessoal, quando pegamos dicas e conselhos para praticar. E eles são os mais variados possíveis: meditação, ioga, técnicas de relaxamento e atenção, aliviam não apenas a ansiedade, mas melhoram o humor e trazem conforto.

Mas é a terceira área, o efeito espiritual da pandemia, que está sendo negligenciada, embora a presença da morte, quer queiramos ou não, Estou preocupada com o estado de nossas almas. O bem-estar espiritual é estranho à vida cotidiana de muitas pessoas e, com o declínio da religião organizada, muitas pessoas experimentam uma alma doente, sem compaixão nem empatia. Sem humanidade, sem empatia.

Não vá muito longe para diagnosticar esse sentimento; basta ligar a tv ou lê redes sociais: Está em toda parte!

Ter um senso de significado e propósito.

Ser Gentil.

Ter equilíbrio.

Fazer uma agrado.

Ser Agradecido.

Não precisamos aplicar a palavras “religião” ou “espiritualidade” a esses modos de cura. Eles se baseiam em compreensão da condição humana. Pois aproximar você de sua alma, espírito e consciência.

-Realize um ato de bondade hoje.

-Demonstrar gratidão a alguém.

-Ofereça ajuda a quem precisa ou leve conforto a alguém que se sente sozinho. Gestos humanos frequentemente ignorados.

Nos dias em que somos dominados pela preocupação, as pessoas mais religiosas, buscam evidências de que algo está acontecendo no “plano de Deus”, e num breve momento parece suficiente.

Eu ainda sou uma pessoa de fé, embora essa fé seja muito mais confusa do que costumava ser. Ainda acredito em algo maior e que mantém tudo isso unido, mas tento não decifrar o complicado quebra-cabeça de porquês. Não tento entender coisas sem sentido.

O melhor palpite que tenho agora é que essa época de sofrimento é o espaço mais simbólico para autoconsciência e reflexão.  

Ou como diria Belchior “Amar e Mudar as Coisas… Me interessa mais!

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